Verdade Duvidosa

Fake News, mas nem tanto.

Segurem-se, brasileiros! O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não só marcou território nos EUA, mas também ganhou um CPF tupiniquim. É isso mesmo: dados confirmam que um Cadastro de Pessoas Físicas em nome de Donald John Trump foi emitido em 2014, com data de nascimento compatível. Quem fez o pedido? Mistério. Mas as apostas estão rolando soltas nas redes.

Tudo indica que o cadastro estaria ligado ao ambicioso (e fracassado) projeto do Trump Hotel Rio de Janeiro, anunciado em 2014 com pompa e circunstância. Parte do hotel chegou a ser inaugurada durante os Jogos Olímpicos de 2016 – quatro andares de glória! – mas a construção nunca foi concluída. E, claro, como não poderia faltar em trama brasileira, o Ministério Público Federal investigou possíveis irregularidades, incluindo sobrepreço e pagamento de comissões suspeitas.

E não para por aí: o Trump Towers Rio, prometido em 2012 como um complexo de cinco torres, também ficou apenas no papel. É o tipo de projeto que promete alto luxo e entrega… bem, nada.

A revelação do CPF de Trump causou um frenesi nas redes sociais. Internautas não se cansam de comentar que o ex-presidente tem “score de crédito favorável” e nenhuma restrição nos órgãos de proteção ao crédito brasileiros. Alguns até sugerem que Trump teria feito o próprio cadastro, numa espécie de “check-in VIP” no Brasil, provavelmente ligado aos seus empreendimentos inacabados.

Vale lembrar: CPF para estrangeiros é permitido, desde que haja interesse em atividades legais ou econômicas no país. Ou seja, Trump está dentro da lei, mesmo que sua passagem por terras brasileiras tenha sido tão discreta quanto um hotel de quatro andares.

Enquanto isso, o ex-presidente, que recentemente iniciou uma guerra tarifária contra o Brasil aumentando impostos em 50% sobre produtos nacionais, agora ganha mais atenção por seus vínculos econômicos com o país. A Receita Federal ainda não se pronunciou sobre quem solicitou o CPF ou se Trump esteve pessoalmente envolvido, mas o espaço segue aberto para que a burocracia esclareça o mistério mais “trumpesco” de 2025.

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