Centro Cultural abre nova turma de oficina de autorretrato estilo Frida Kahlo: agora é sua chance de pintar a própria sofrência com glamour
Com 15 vagas e muita tinta acrílica, oficina gratuita promete revelar o Frido que há em você
Se você sempre sonhou em pintar um autorretrato digno de exposição internacional — ou ao menos digno de ficar pendurado com orgulho na parede da sala da sua mãe — sua hora chegou. Com o sucesso estrondoso da primeira edição da oficina “Pintura em Tela – Autorretrato inspirado em Frida Kahlo”, o Centro Cultural Gilberto Mayer, em Cascavel, decidiu abrir uma segunda turma. Porque nada diz “cultura” como se encarar de frente com um pincel na mão e um laca magenta no coração.
A nova turma começa na próxima quarta-feira (6), das 16h às 18h, sob a batuta artística da renomada Vera Ritter, artista plástica, curadora e, agora, guia espiritual de quem ainda acha que “misturar verde bandeira com azul cobalto dá oceano”. A inscrição é gratuita, assim como o constrangimento de descobrir que pintar o próprio nariz não é tão fácil quanto parece.
As vagas são limitadas (apenas 15 sortudos serão selecionados para mergulhar nesse universo estético com fortes doses de drama mexicano), e as inscrições podem ser feitas presencialmente na Rua Duque de Caxias, nº 379 — ou pelos números (45) 3902-1442 e 3902-1445, com Silvia ou Kauã, que prometem não julgar ninguém por ligar perguntando se pode levar tinta guache do material escolar da criança.
Ah, e antes que você pense que é só chegar com boa vontade: traga seu próprio arsenal artístico. A lista de materiais inclui desde tela pequena até uma xerox do seu rosto (sim, você vai precisar encarar sua própria cara impiedosamente impressa em preto e branco). Também estão na lista: pincéis variados (porque cada pincel tem um propósito místico), e mais cores do que o arco-íris da Parada LGBT.
Durante a oficina, os participantes serão guiados com carinho, paciência e um leve toque de “não é bem assim que Frida faria”, aprendendo composição, uso de cores e, principalmente, como transformar traumas pessoais em arte de parede. O objetivo? Que cada tela carregue não só tinta, mas a alma do artista — com ou sem monocelha.
Então corre, porque se Frida conseguiu transformar dor em beleza, você também pode transformar aquele término mal resolvido em uma obra-prima acrílica com fundo marrom Van Dick.
