São Paulo e Fortaleza protagonizam a arte do “zero a zero” nas oitavas da Libertadores
Na noite desta terça-feira (12), o Estádio Atanasio Girardot, em Medellín, virou palco do clássico empate sem gols entre São Paulo e Atlético Nacional (Colômbia), jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores da América. Se você esperava uma chuva de gols, teve que se contentar com o brilho do goleiro Rafael, que praticamente virou parede humana para o time brasileiro — a ponto de fazer até o pênalti do Cardona parecer uma brincadeira de criança.
Falando em Cardona, o colombiano parece ter levado o troféu de “Rei das Penalidades Perdidas”. Ele desperdiçou duas cobranças — uma no primeiro tempo chutando para fora (talvez tentando acertar a arquibancada) e outra defendida brilhantemente por Rafael no segundo tempo. Se o São Paulo tivesse um “pênalti perdido” para cada tropeço do colombiano, talvez estivéssemos falando de outro placar.
No mesmo ritmo do festival do “zero a zero”, o Fortaleza fez sua parte diante do Vélez Sarsfield, no Castelão, também sem balançar as redes. A emoção vai ficar para a volta, marcada para terça-feira que vem, em Buenos Aires, onde os torcedores vão torcer para que os atacantes acordem do sono profundo.
Ou seja, para os fãs de emoção, ainda é preciso esperar. Por enquanto, quem merece o destaque são os goleiros — verdadeiros heróis das noites sem gols da Libertadores.
Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net
